Por que o cardiologista não pede todos os exames para todo mundo?
Porque exame sem indicação não torna a cirurgia mais segura e pode atrasá-la. Um achado incidental de pouca importância clínica gera repetição, encaminhamento, custo e ansiedade sem mudar a conduta. Por isso as diretrizes recomendam solicitação dirigida: primeiro a avaliação clínica, depois o exame que responde a uma pergunta concreta.
Três dados sustentam essa lógica:
- A recomendação do Choosing Wisely Brasil, divulgada pela Sociedade Brasileira de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial (SBPC/ML), é direta: "Evite exames laboratoriais pré-operatórios de rotina, sem indicação clínica, para cirurgias de baixo risco". O mesmo documento registra que achados clinicamente relevantes aparecem em menos de 3% dos pacientes testados dessa forma.
- Segundo a Diretriz de Avaliação Cardiovascular Perioperatória da Sociedade Brasileira de Cardiologia (2024), aplicar de rotina um teste de especificidade limitada aumenta a chance de resultado falso-positivo, o que desencadeia uma cascata de novos exames.
- Nas diretrizes da Sociedade Europeia de Cardiologia (ESC, 2022), não se recomenda teste cardíaco antes de cirurgia de baixo risco em pacientes sem fatores de risco cardiovascular.
O que define a lista, então?
O cruzamento entre dois eixos. De um lado, o seu perfil: idade, hipertensão, diabetes, doença renal, insuficiência cardíaca, doença coronariana prévia, arritmia, uso de anticoagulante. De outro, o procedimento: uma exérese de lesão de pele sob anestesia local não pede o mesmo que uma cirurgia vascular de grande porte. Quais exames são pedidos no risco cirúrgico é, portanto, uma definição feita caso a caso, e não uma lista impressa que serve para todos.
Esse raciocínio é o núcleo da avaliação de risco cirúrgico. Se você ainda tem dúvida sobre a finalidade da consulta, escrevi separadamente sobre por que o risco cirúrgico é solicitado antes da cirurgia, e a graduação de estado clínico usada pela anestesia está explicada em o que significa a classificação ASA.
Quando o eletrocardiograma é indicado no risco cirúrgico?
O eletrocardiograma (ECG) é o exame mais frequente da avaliação, mas não é automático. Costumo indicá-lo quando há história ou exame físico sugestivos de doença cardiovascular, quando o paciente tem diabetes e quando a cirurgia é de risco intermediário ou alto. Em pessoa sem fatores de risco indo para procedimento de baixo risco, ele costuma ser dispensável.
Na Diretriz de Avaliação Cardiovascular Perioperatória da SBC (2024), o ECG de repouso aparece como recomendação Classe I para pacientes com história ou anormalidades sugestivas de doença cardiovascular, para diabéticos, para operações de risco intrínseco intermediário ou alto e para quem tem risco intermediário ou alto estimado pelos algoritmos. Obesidade e idade acima de 40 anos aparecem como Classe IIa, ou seja, razoável considerar, não obrigatório.
Por que idade sozinha não basta
A própria diretriz explica o motivo, e vale a citação textual: "Estima-se que cerca de 50% dos indivíduos acima de 40 anos possuem alguma alteração eletrocardiográfica." Metade da população adulta tem alguma alteração no traçado, a maioria sem consequência para a cirurgia. Pedir ECG só pela idade produz muito achado e pouca informação útil.
O documento também define bem qual é o ganho real do exame: "o principal papel do ECG pré-operatório é fornecer um traçado basal para comparação no caso da suspeita de um evento CV pós-operatório". Traduzindo: se você sentir dor no peito no segundo dia de pós-operatório, a equipe compara o ECG novo com o antigo e sabe o que já era seu e o que é agudo. Esse é um argumento forte a favor do ECG em quem tem risco, e um argumento fraco em quem não tem.
Quando entra o ecocardiograma na avaliação pré-operatória?
O ecocardiograma entra quando a avaliação clínica levanta suspeita de doença estrutural do coração: sopro não investigado, sinais de insuficiência cardíaca, valvopatia conhecida, prótese valvar, dispositivo intracardíaco ou falta de ar desproporcional ao esforço. Não é exame de triagem pré-operatória e não substitui o eletrocardiograma.
A Diretriz de Avaliação Cardiovascular Perioperatória da SBC (2024) é explícita: "o ecocardiograma de repouso no pré-operatório de cirurgia não cardíaca não é um exame a ser realizado rotineiramente, devendo ser solicitado somente quando, após uma avaliação clínica básica inicial, houver suspeita de cardiopatia."
As situações listadas como recomendação Classe I incluem:
- suspeita de insuficiência cardíaca ainda não avaliada;
- doença valvar conhecida ou suspeita que exija avaliação de risco perioperatório;
- portadores de prótese valvar ou de dispositivo intracardíaco.
Repare que o gatilho é sempre clínico: sintoma, sopro, doença já conhecida. Não é a idade nem o simples fato de existir uma cirurgia marcada.
Se você tem cansaço aos esforços ou falta de ar que apareceu nos últimos meses, isso muda a avaliação e merece ser dito na consulta antes de qualquer pedido de exame. Escrevi sobre esse sintoma em falta de ar e cansaço podem ser do coração.
Quando é preciso fazer teste ergométrico antes da cirurgia?
O teste ergométrico não é rotina do pré-operatório. Ele é cogitado quando o paciente tem baixa capacidade funcional, cirurgia de risco intermediário ou alto, e quando o resultado tem chance real de mudar a conduta. Se o exame não altera decisão nenhuma, ele não deve ser pedido.
Na diretriz da SBC de 2024, o teste ergométrico no pré-operatório figura como recomendação Classe IIb nesse cenário: solicitação em pacientes com baixa capacidade funcional, de risco intermediário ou alto, antes de cirurgia não cardíaca eletiva de risco intermediário ou alto. Classe IIb é uma indicação fraca. O motivo é estatístico: em população com baixa prevalência de doença coronariana, o exame tem valor preditivo limitado e produz falso-positivo com facilidade.
O que é "baixa capacidade funcional"
É um dado de história clínica, não de exame. O ponto de corte usado nas diretrizes é 4 METs, que corresponde grosseiramente a atividades cotidianas de esforço moderado. Na consulta eu pergunto coisas concretas: você sobe um lance de escada sem parar? Caminha quatro quarteirões em ritmo normal? Carrega a compra do carro até a cozinha? Quem faz isso sem sintoma tem, em geral, capacidade funcional preservada, e esse dado por si só reduz a necessidade de teste de isquemia.
Um detalhe prático: quem não consegue caminhar na esteira por limitação ortopédica, neurológica ou de idade não deve ser forçado ao ergométrico. Nesse caso, o teste de escolha é farmacológico. Atuo como cardiologista, RQE 16674, com registro também em Ergometria, RQE 16675, e a conduta que sigo é sempre a mesma: o exame só é solicitado quando existe uma pergunta clínica por trás dele.
Quando o cardiologista cogita cintilografia miocárdica ou angiotomografia de coronárias?
Cintilografia miocárdica e ecocardiograma de estresse são reservados a quem soma baixa capacidade funcional a risco clínico elevado, ou a quem tem doença arterial coronariana estabelecida ou suspeita antes de cirurgia de alto risco. A angiotomografia de coronárias não é usada para estratificar risco antes de cirurgia não cardíaca. Nenhum deles é exame de rotina.
Na diretriz da SBC de 2024, cintilografia e eco de estresse aparecem como Classe IIa para pacientes com baixa capacidade funcional (menos de 4 METs) e alto risco clínico em cirurgias de risco intermediário ou alto, e como Classe IIb em pacientes com doença coronariana estabelecida ou suspeita antes de cirurgia de alto risco. Em quem tem boa capacidade funcional, o uso rotineiro não é recomendado.
Sobre a angiotomografia, o texto da diretriz é categórico: "a angio-TC não é recomendada rotineiramente para a estratificação de risco antes de cirurgia não cardíaca." A justificativa é que o exame pode superestimar o risco e induzir angioplastias preventivas, e a revascularização antes de cirurgia não cardíaca não demonstrou benefício consistente em ensaios clínicos randomizados. Ou seja: o exame acharia a placa, a placa geraria o stent, e o stent obrigaria antiagregação dupla, o que adiaria a cirurgia por meses sem benefício comprovado.
É um bom exemplo de como exame demais atrapalha. O teste de isquemia entra quando existe uma decisão esperando por ele: liberar, otimizar medicação, discutir o porte do procedimento, escolher o local de recuperação ou indicar acompanhamento cardiológico no centro cirúrgico.
Quais exames de sangue fazem parte do risco cirúrgico e o que cada um avalia?
O painel laboratorial costuma ser curto e dirigido. Em cirurgias de risco intermediário ou alto, os itens mais comuns são hemograma, função renal, eletrólitos e glicemia. Coagulograma, hormônios tireoidianos e outros exames entram apenas com pergunta clínica específica: uso de anticoagulante, hepatopatia, sangramento prévio, doença de tireoide.
| Exame | O que ele responde no pré-operatório |
|---|---|
| Hemograma | Anemia antes da cirurgia, que reduz a reserva diante de perda sanguínea; e contagem de plaquetas, relevante em procedimentos com risco de sangramento |
| Creatinina e ureia | Função renal, um dos preditores clássicos de complicação perioperatória e fator que altera dose de medicamentos e contraste |
| Sódio e potássio | Distúrbios eletrolíticos que favorecem arritmia durante a anestesia, comuns em quem usa diurético |
| Glicemia de jejum e hemoglobina glicada | Controle do diabetes, que influencia cicatrização, infecção de ferida e conduta com insulina no dia da cirurgia |
| Coagulograma (TP/INR e TTPA) | Indicado quando há uso de anticoagulante, doença hepática, história de sangramento ou procedimento de alto risco hemorrágico, não como rotina |
| TSH e T4 livre | Apenas com suspeita ou doença tireoidiana em tratamento, porque hipo e hipertireoidismo descompensados alteram frequência cardíaca e pressão |
Alguns pacientes se surpreendem porque esperavam uma lista maior. É proposital. Exame laboratorial pedido em bloco costuma voltar normal, e o pouco que volta alterado é, na maioria das vezes, variação sem repercussão clínica. A pergunta que faço antes de cada item é sempre a mesma: se vier alterado, isso muda alguma coisa no que vamos fazer?
Vale lembrar que o pedido também depende da técnica anestésica prevista e da expectativa de sangramento do procedimento, informações que costumam estar no encaminhamento do cirurgião. Em cirurgias eletivas de menor porte, como boa parte dos procedimentos estéticos, a lista tende a ser ainda mais enxuta; tratei desse cenário em risco cirúrgico para cirurgia plástica.
Qual a validade dos exames e quais exames antigos devo levar na consulta?
Não existe um prazo único fixado em diretriz para todos os exames. O que vale é a coerência entre o resultado e o quadro atual: exame recente em paciente estável costuma servir; exame antigo, ou exame de qualquer época em quem mudou de sintoma, precisa ser refeito. Leve tudo o que tiver, mesmo o que parece velho.
A diretriz da SBC de 2024 dá um exemplo objetivo ao tratar de insuficiência cardíaca: paciente com ecocardiograma feito no último ano e sem sintoma novo não precisa repetir o exame. O critério, portanto, é clínico antes de ser cronológico. Discuto os prazos em detalhe em qual a validade do risco cirúrgico.
O que trazer para a consulta
- Lista completa de medicamentos, com dose e horário, incluindo anticoagulantes, antiagregantes, anti-hipertensivos, insulina, hormônios, suplementos e fitoterápicos.
- Exames anteriores de sangue, ECG antigos, ecocardiograma, teste ergométrico, cintilografia, Holter e MAPA.
- Laudos de cateterismo e angioplastia, com data e tipo de stent, e relatórios de cirurgias cardíacas prévias.
- Relatórios de internações e altas hospitalares dos últimos anos.
- O pedido do cirurgião ou do dentista com o nome do procedimento e o tipo de anestesia prevista.
O ECG antigo é o item mais subestimado dessa lista. Como a própria diretriz aponta, ele funciona como traçado basal de comparação, e um papel guardado numa gaveta pode evitar uma investigação inteira no pós-operatório.
Como me preparar para a consulta de risco cirúrgico?
Agende a avaliação com antecedência, não na véspera. Traga a documentação da lista acima e a data prevista da cirurgia. Se algum exame for necessário, ainda haverá tempo de fazê-lo, receber o resultado e ajustar medicação sem remarcar o procedimento. A pressa é o principal motivo de cirurgia adiada.
A definição de quais exames são pedidos no risco cirúrgico sai da consulta, não antes dela. Chegar com uma bateria de exames feitos por conta própria costuma custar dinheiro e trazer achados que precisarão ser explicados depois. Faz mais sentido o caminho inverso: conversa clínica, exame físico, e então o pedido, se houver.
Sintoma agudo não é caso de agendamento. Dor no peito em aperto, falta de ar de início súbito, desmaio ou palpitação com mal-estar intenso pedem atendimento imediato: procure um serviço de emergência ou ligue 192 (SAMU). Não espere a consulta eletiva e não use aplicativo de mensagem para isso: o WhatsApp do consultório serve apenas para agendamento, nunca para avaliação de sintoma ou interpretação de exame.
Atendo em consultório na Clínica Lívere, no Lago Sul, na Live Medicina Especializada, na Asa Sul, e no Hospital Sírio-Libanês Brasília, além das modalidades hospitalar e domiciliar. O atendimento é exclusivamente particular, com nota fiscal para solicitação de reembolso ao plano. Informações sobre horários, valores e formas de pagamento estão em como agendar a consulta.
Este texto tem caráter informativo e não substitui a consulta médica. A indicação de cada exame é individual e depende da avaliação clínica presencial.
Perguntas frequentes
Quais exames são pedidos no risco cirúrgico?
Não. O eletrocardiograma é indicado quando há sinais ou sintomas sugestivos de doença cardiovascular, diabetes, ou quando a cirurgia é de risco intermediário ou alto. Em pessoas sem fatores de risco submetidas a procedimentos de baixo risco, ele costuma ser dispensável. A diretriz da SBC de 2024 lembra que cerca de 50% dos adultos acima de 40 anos têm alguma alteração no traçado, quase sempre sem repercussão cirúrgica.
O risco cirúrgico sempre inclui exame de sangue?
Nem sempre. Em cirurgias de baixo risco, a recomendação do Choosing Wisely Brasil, pela SBPC/ML, é evitar exames laboratoriais de rotina sem indicação clínica, já que achados relevantes aparecem em menos de 3% dos pacientes testados. Em cirurgias de risco intermediário ou alto, o painel usual inclui hemograma, função renal, eletrólitos e glicemia.
Meu eletrocardiograma veio alterado. A cirurgia vai ser cancelada?
Na maioria das vezes, não. Alterações eletrocardiográficas são frequentes e muitas não têm repercussão clínica. O que define a conduta é o conjunto: sintomas, exame físico, doenças de base, porte da cirurgia e capacidade de esforço. A alteração isolada precisa ser interpretada em consulta, e às vezes o próprio traçado antigo mostra que ela já existia há anos.
Posso aproveitar exames que fiz no check-up do ano passado?
Depende do exame e do seu quadro atual. Exames recentes em paciente estável e sem sintoma novo costumam servir. A diretriz da SBC de 2024 cita, por exemplo, que ecocardiograma feito no último ano em paciente sem sintoma novo não precisa ser repetido. Já quem mudou de sintoma precisa de reavaliação, mesmo com exame recente. Leve todos os resultados para a consulta.
Quando o teste ergométrico é pedido antes da cirurgia?
Em situações específicas: baixa capacidade funcional somada a cirurgia de risco intermediário ou alto, e quando o resultado pode mudar a conduta. Na diretriz da SBC de 2024 ele aparece como recomendação Classe IIb nesse contexto, ou seja, indicação fraca. Quem não consegue caminhar em esteira deve fazer teste farmacológico, não o ergométrico.
Por que não fazer angiotomografia de coronárias antes da cirurgia?
A Diretriz de Avaliação Cardiovascular Perioperatória da SBC de 2024 conclui que a angiotomografia não é recomendada rotineiramente para estratificação de risco antes de cirurgia não cardíaca. O exame pode superestimar o risco e induzir angioplastias preventivas, e a revascularização antes de cirurgia não cardíaca não demonstrou benefício consistente em ensaios clínicos randomizados.
Com quanto tempo de antecedência devo marcar a avaliação?
Com folga em relação à data da cirurgia. Se algum exame for necessário, é preciso tempo para realizá-lo, receber o laudo e ajustar medicação. Avaliação feita na véspera é o principal motivo de procedimento adiado. Traga o pedido do cirurgião, a lista de medicamentos com doses e todos os exames e laudos anteriores que tiver em casa.
O que fazer se eu sentir dor no peito antes da cirurgia?
Dor no peito em aperto, falta de ar de início súbito, desmaio ou palpitação com mal-estar intenso são situações de emergência. Procure imediatamente um serviço de emergência ou ligue 192 (SAMU). Não aguarde a consulta eletiva, não tente resolver por telefone ou aplicativo de mensagem e não conduza você mesmo até o hospital.
Fontes e leitura complementar
- Diretriz de Avaliação Cardiovascular Perioperatória da Sociedade Brasileira de Cardiologia de 2024
Sociedade Brasileira de Cardiologia / Arquivos Brasileiros de Cardiologia (SciELO) - Texto completo da Diretriz de Avaliação Cardiovascular Perioperatória da SBC 2024 (PubMed Central)
Arquivos Brasileiros de Cardiologia / PubMed Central - Choosing Wisely Brasil: evite exames laboratoriais pré-operatórios de rotina em cirurgias de baixo risco
Sociedade Brasileira de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial (SBPC/ML) - Pontos-chave das diretrizes ESC 2022 para avaliação cardiovascular em cirurgia não cardíaca
American College of Cardiology / European Society of Cardiology
Leia também
- avaliação de risco cirúrgico Leva o leitor à página principal do serviço, que explica como a avaliação é conduzida do início ao fim.
- por que o risco cirúrgico é solicitado antes da cirurgia Responde à dúvida anterior de quem ainda não entendeu a finalidade da consulta, antes de falar de exames.
- o que significa a classificação ASA Explica a graduação de estado clínico citada no texto e que aparece no laudo entregue ao anestesista.
- falta de ar e cansaço podem ser do coração Aprofunda o sintoma que, na seção do ecocardiograma, é o gatilho mais comum para indicar o exame.
- acompanhamento cardiológico no centro cirúrgico Mostra o desfecho possível para pacientes de risco elevado identificados nos testes de isquemia.
- risco cirúrgico para cirurgia plástica Atende o leitor cujo procedimento é estético, cenário em que a lista de exames costuma ser mais enxuta.
Onde a consulta acontece
Clínica Lívere
SHIS QI 01, Lote B, Bloco B, Sala 010-7Edifício Santos Dumont Medical Center
Lago Sul, Brasília, DF
CEP 71605-170
Ver no Google Maps
Live Medicina Especializada
SGAS 610/611, Bloco I, Sala SL15Centro Médico Lucio Costa
Asa Sul, Brasília, DF
CEP 70200-700
Ver no Google Maps
Hospital Sírio-Libanês Brasília
SGAS 613, s/n, Lote 94, Via L2 SulAsa Sul, Brasília, DF
CEP 70200-730
Ver no Google Maps
Contato
Agendamento: WhatsApp (61) 99845-4292Telefone Lago Sul: (61) 3773-4324
Telefone Asa Sul: (61) 99111-5598
Perfil na Doctoralia
Instagram @laylabenevides.cardio
Dra. Layla Benevides, Médica Cardiologista, CRM-DF 17997, RQE 16674 (Clínica Médica) e RQE 16675 (Cardiologia).
Este conteúdo tem caráter informativo e não substitui a consulta médica, o diagnóstico nem o tratamento individualizado. Em caso de dor no peito intensa, falta de ar súbita, desmaio ou sintoma grave, procure imediatamente um serviço de emergência ou ligue para o SAMU (192).
